LPP em parceria com o PPFH oferecerão a disciplina "O Golpe de Estado e o futuro da democracia no Brasil

 

O Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas e Formação Humana (PPFH) e o Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) ofertarão a disciplina “O golpe de estado de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”. O curso contará com a participação de docentes do PPFH, do LPP e cientistas e convidados/convidadas. Além das aulas, destinadas aos alunos da pós-graduação, serão promovidas conferências abertas ao público em geral.
O intuito da disciplina é ampliar o debate sobre o golpe de 2016 e suas múltiplas consequências para a frágil democracia no Brasil. É, também, exercício de afirmação da autonomia universitária contra a exceção, o arbítrio, e toda tentativa de obstrução ao local do dissenso qualificado, que é a Universidade.
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Projeto de Extensão Editorial LPP

 

Lançamento 2018:
 

Se é Público, é Para Todos: Defender as Empresas Públicas é Defender o Brasil
Organização Emir Sader

 

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SE É PÚBLICO, É PARA TODOS Defender as Empresas Públicas é Defender o Brasil.
Organização Emir Sader
ISBN 978-85-92826-12-3
E-ISBN 978-85-92826-13-0
Rio de Janeiro: LPP UERJ, 2018
160p.

 

O Projeto de Extensão Editorial do Laboratório de Políticas Públicas (LPP/UERJ) inaugura seu catálogo de 2018 com o lançamento de Se é Público, é Para Todos. O livro surge em um momento decisivo para o Brasil: de tentativa de avanço do ideário neoliberal, que interfere de forma agressiva na orientação das políticas sociais; e de proximidade das eleições gerais, conjuntura em que se impõe uma análise mais articulada sobre o que representa esse direcionamento econômico para o país.

 

É composto por quatro ensaios de intelectuais e profissionais que lidam com a questão público/privado cotidianamente. Os autores fazem um rastreamento de como se configuraram as gestões governamentais, desde o século passado até as duas últimas décadas, quanto aos modelos econômicos adotados em sua relação com as empresas públicas.

 

O primeiro, de Emir Sader, apresenta uma visão abrangente do tema, que é retomado por diferentes recortes nos textos seguintes. O autor faz uma genealogia da doutrina liberal, que promove a dicotomia estatal/privado, e demonstra como essa visão contribuiu para uma polarização política, ao desconsiderar o aspecto público e promover uma divisão e falta de interseção de interesses entre Estado e sociedade civil.

 

Os outros três ensaios tratam mais detalhadamente da materialidade do aspecto público na realidade brasileira.

 

Fernando Nogueira da Costa reflete sobre a concessão de crédito por bancos estatais funcionando por meio de diferentes doutrinas; desmistifica restrições neoliberais às iniciativas de Estado nesse sentido; e examina diferentes contextos, com destaque para o brasileiro, salientando a necessidade da existência de instituições financeiras inclusivas no caminho de um desenvolvimento econômico aliado ao social.

 

Maria Rita Serrano e João Antonio de Moraes, por sua vez, tratam da trajetória da Caixa Econômica e da Petrobras, respectivamente, e indicam as funções sociais e estratégicas que essas empresas assumem, tais como geração de créditos e empregos, e que podem continuar a assumir em um Estado comprometido com o nacional-desenvolvimentismo.

 

Por fim, Se é Público, é Para Todos parte de um movimento que visa à conquista e consolidação de direitos humanos fundamentais e à independência de ditames externos nas elaborações e execuções de políticas públicas no país. Portanto, o livro é recomendado a todos os brasileiros, posto que, além de afirmar tais valores, evidencia e propõe uma direção oposta à cartilha neoliberal que está sendo imposta à nossa sociedade e aos povos da América Latina.

 

 

Cadernos do GEA nº 10

A Questão Indígena na Educação Superior

Lúcia Alberta Andrade de Oliveira (Org.)                                                                                 

O periódico Cadernos do GEA é uma publicação que tem por objetivo divulgar reflexões sobre democratização do acesso ao ensino superior e questões relacionadas a políticas públicas de ação afirmativa. Pretende contribuir para a realização de debates com vistas à garantia dos direitos de acesso e permanência à educação pública.

 

Trabalho, subjetividade e formação humana em tempos de reestruturação do capitalismo