Projeto Editorial LPP/UERJ

 

 

Educação Democrática:

Antídoto ao Escola sem Partido

 

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            Em momento de iminência de eleições gerais no Brasil, e de aprofundamento das políticas neoliberais, exemplificadas no sucateamento das pastas de Educação, Ciência e Cultura, bem representado pela ameaça do corte das bolsas Capes e pelo trágico incêndio do Museu Nacional, o Projeto de Extensão Editorial Laboratório de Políticas Públicas (LPP/UERJ) apresenta o seu mais novo lançamento: "Educação Democrática: antídoto ao Escola sem Partido".

            A coletânea, organizada por Fernando Penna, Felipe Queiroz e Gaudêncio Frigotto, dá seguimento ao seu volume complementar, "Escola 'sem' partido: esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira". Enquanto este se propôs a analisar a esfinge que representa o movimento Escola sem Partido (EsP), aquele a critica levando em conta principalmente seu caráter antidemocrático e aponta a educação pública, laica e universal como o seu antídoto.

            É formada por capítulos que analisam as manifestações do movimento EsP (seus discursos, slogans e conceitos) e as situam no contexto e na realidade brasileira: os atores que apoiam o referido movimento, suas ideologias e partidos. Os textos as confrontam e analisam com e por meio de áreas do conhecimento como pedagogia, história, direito, filosofia e sociologia, tendo em vista a produção de um sentido de conjuntura, e de apontamentos em direção a uma escola ciosa dos seus deveres previstos na Constituição de 1988, conquistada com a redemocratização.

            O "Educação Democrática" evidencia a impossibilidade, dada não por contingência mas pela própria natureza da realidade, de um movimento como o EsP alcançar sequer o objetivo pregado pelo seu slogan. Explicita o sepulcro caiado do discurso moral e intelectual que o informa, e como ele, ao pregar uma suposta neutralidade, esconde o desejo por uma educação de caráter tecnicista, alienante, reprodutora de hegemonias vigentes e opressora dos causadores de mudanças não controladas: conflitos e diferenças.

            Por fim, mostra que o discurso do EsP pode ser entendido na clave do neoliberalismo, que iguala liberdade à neutralidade governamental, e que promove, em prol do mercado, o desmonte de instituições e direitos públicos universais. Contra isso, esse livro defende e aponta para uma educação pública, crítica, demonstrando que uma nação que se pretenda soberana e democrática deve formar pessoas não somente para exercer um trabalho, mas também e primordialmente para o exercício de sua cidadania.

 

 

Se é Público, é Para Todos:

Defender as Empresas Públicas é Defender o Brasil

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            O Projeto de Extensão Editorial do Laboratório de Políticas Públicas (LPP/UERJ) inaugura seu catálogo de 2018 com o lançamento de Se é Público, é Para Todos. O livro surge em um momento decisivo para o Brasil: de tentativa de avanço do ideário neoliberal, que interfere de forma agressiva na orientação das políticas sociais; e de proximidade das eleições gerais, conjuntura em que se impõe uma análise mais articulada sobre o que representa esse direcionamento econômico para o país.

            É composto por quatro ensaios de intelectuais e profi ssionais que lidam com a questão público/privado cotidianamente. Os autores fazem um rastreamento de como se configuraram as gestões governamentais, desde o século passado até as duas últimas décadas, quanto aos modelos econômicos adotados em sua relação com as empresas públicas.

            O primeiro, de Emir Sader, apresenta uma visão abrangente do tema, que é retomado por diferentes recortes nos textos seguintes. O autor faz uma genealogia da doutrina liberal, que promove a dicotomia estatal/privado, e demonstra como essa visão contribuiu para uma polarização política, ao desconsiderar o aspecto público e promover uma divisão e falta de interseção de interesses entre Estado e sociedade civil.

            Os outros três ensaios tratam mais detalhadamente da materialidade do aspecto público na realidade brasileira.

            Fernando Nogueira da Costa reflete sobre a concessão de crédito por bancos estatais funcionando por meio de diferentes doutrinas; desmistifi ca restrições neoliberais às iniciativas de Estado nesse sentido; e examina diferentes contextos, com destaque para o brasileiro, salientando a necessidade da existência de instituições financeiras inclusivas no caminho de um desenvolvimento econômico aliado ao social.

            Maria Rita Serrano e João Antonio de Moraes, por sua vez, tratam da trajetória da Caixa Econômica e da Petrobras, respectivamente, e indicam as funções sociais e estratégicas que essas empresas assumem, tais como geração de créditos e empregos, e que podem continuar a assumir em um Estado comprometido com o nacional-desenvolvimentismo.

Por fim, Se é Público, é Para Todos parte de um movimento que visa à conquista e consolidação de direitos humanos fundamentais e à independência de ditames externos nas elaborações e execuções de políticas públicas no país. Portanto, o livro é recomendado a todos os brasileiros, posto que, além de afirmar tais valores, evidencia e propõe uma direção oposta à cartilha neoliberal que está sendo imposta à nossa sociedade e aos povos da América Latina.

Escola sem Partido:

Esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira

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           É com muita satisfação que o Projeto de Extensão Editorial Laboratório de Políticas Públicas (LPP/UERJ) apresenta seu segundo lançamento intitulado Escola “sem” partido: esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira. A coletânea é organizada pelo Professor Gaudêncio Frigotto, uma das mais significativas referências intelectuais para se pensar o campo da educação e das ciências humanas e sociais na atualidade, tanto no Brasil quanto na América Latina.  

            Escola “sem” Partido é composto por artigos de acadêmicos e estudiosos que analisam alguns dos múltiplos aspectos do Projeto de Lei Escola sem Partido. Abordado por diferentes prismas, os textos têm em comum o objetivo de ampliar a compreensão que se tem do movimento que dá origem ao nome "escola sem partido" e desvelar sua orientação ideológica, a de uma suposta neutralidade dita “sem” partido.

            Os ensaios confluem para alguns temas recorrentes: as estratégias discursivas que motivam o Projeto de Lei Escola sem Partido; a desqualificação do professor enquanto sujeito de formação; a escola como espaço de pluralidade de discursos, e não como anuladora destes; as dicotomias simplistas que movem um projeto de escola sem partido, que sectariza orientações e posicionamentos políticos; o aparato político-jurídico envolvido nessa proposta de lei; os veículos de comunicação utilizados a serviço da divulgação do programa; e os acontecimentos da conjuntura econômica nacional e internacional utilizados para fortalecer esse movimento, que tende a conter os avanços da sociedade brasileira na área educacional. Como a própria figura emblemática do título vem sugerir, a esfinge indica uma presença, que mesmo vista ao longe, mostra-se ameaçadora: “decifra-me ou te devoro” é a mensagem que carrega consigo o Projeto de Lei Escola sem Partido. É nesse sentido que os autores convidam os leitores a fazerem uma reflexão crítica sobre as redes complexas e potencialmente perigosas que esse movimento tenta estabelecer.

            As análises apresentadas nos ensaios de Escola “sem” Partido são de fundamental importância para que o Brasil enfrente na prática e na teoria o risco de continuidade do processo de rompimento de sua ordem democrática, logo pelo espaço primeiro de formação dos seus cidadãos: a escola. Vêm a público em um momento mais que oportuno, tendo em vista a grave crise política que o país enfrenta, com seus reflexos corrosivos nas áreas sociais e culturais e com grande impacto na educação nacional.

            Por fim, os conteúdos do livro Escola “sem” Partido  reiteram o posicionamento e o papel do LPP/UERJ diante desses acontecimentos desafiadores para as nações brasileira e latino-americanas: o de contribuir para a luta em favor dos direitos humanos, democráticos e do exercício digno (e de formação) da cidadania.

 

 

Trabalho, subjetividade e formação humana em tempos de reestruturação do capitalismo

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           O Projeto de Extensão Editorial Laboratório de Políticas Públicas (LPP/UERJ) apresenta mais um lançamento: Trabalho, subjetividade e formação humana em tempos de reestruturação do capitalismo. Este é o primeiro volume da Coleção Trabalho, Subjetividade e Políticas Públicas, organizado por Roberto Arruda, Doutorando do Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas e Formação Humana (PPFH/UERJ) e Professor da Faculdade de Educação e Linguagem (FAEL/UNEMAT). É resultado de uma produção coletiva do Grupo Rede de Pesquisador@s em Políticas Públicas, Estado e Formação Humana (REDE PPPEFH).

           O livro conta com o prefácio do Professor Gaudêncio Frigotto, nome de importância nas pesquisas relacionas a trabalho, conhecimento e formação humana na atualidade. Está organizado em três partes, totalizando um conjunto de dez artigos, todos elaborados por autores e autoras em processo de doutoramento no PPFH/UERJ. Por esta razão, este volume consiste emum duplo exercício de produção do saber: a própria formação teórica, coletiva e individual, dos envolvidos, bem como o saber teórico enquanto gesto político, que visa estar junto à luta da classe trabalhadora e construir uma massa desubjetividade crítica em relação aos males das relações capitalistas vigentes.

           Os ensaios como um todo expressam a ideia de que não existe consciência deslocada do mundo que não se componha entremeada aos contornos, limites e dimensões que este lhe apresenta; a subjetividade está inexoravelmente marcada pela materialidade das relações sociais. É, neste sentido, que o sistema capitalista dá ao trabalho, atividade que perpassa a história humana, os próprios sintomas, tais como exploração, alienação e violentos métodos usados contra a classe trabalhadora. Os estudos pretendem tratar, então, da intensificação desses sintomas em tempos de reestruturação do capitalismo por meio de diferentes prismas utilizados pelos autores e autoras, mas possuindo como eixo central de análise o método materialista-histórico-dialético.

           Por fim, o LPP/UERJ convida todos aqueles que compreendem a urgência e possuem o desejo de superar o modo de produção capitalista a ler este volume. Não obstante a necessidade política de fazê-lo, há também a necessidade ética, educacional, cultural e também aquela que diz respeito à situação em que o próprio Brasil se encontra.

O Brasil que Queremos

 

 

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           O Laboratório de Políticas Públicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro tem o prazer de trazer a público sua primeira publicação como Editora LPP-UERJ. Mantendo a tradição de refletir nos ambientes acadêmicos, em articulação com movimentos sociais, organizações da sociedade civil, governos e representantes do campo democrático, as questões que envolvem o exercício da cidadania e a defesa radical dos direitos humanos, os ensaios que ora divulgamos vêm-se adequar com muita pertinência a esses objetivos.

           O Brasil que queremos conta com a apresentação de Luiz Inácio Lula da Silva, que destaca algumas das metas alcançadas com seus dois governos e a continuidade que se deu com os da Presidente Dilma, tais como a redução da miserabilidade e o investimento em políticas sociais e de infraestrutura. E chama a atenção para o risco que a nossa nação corre, de retroceder para um conservadorismo que ameaça os projetos sociais voltados para as populações mais necessitadas e sua soberania. Por isso, deve-se pensar o Brasil, do presente e do futuro.

           O Brasil que queremos reúne dezoito autores renomados e reconhecidos, intelectuais, acadêmi- cos, ex-dirigentes, ministros, gestores públicos. São ensaios que avaliam os reflexos das políticas públicas dos governos Lula e Dilma para o desenvolvimento do país nos últimos catorze anos, avaliações estas posicionadas mais favoravelmente ao legado deixado por eles. E avançam no sen- tido de apontar o que se quer a partir do que foi construído, sem deixar também de ter uma visão crítica sobre algumas das dificuldades enfrentadas e sobre determinadas soluções insuficientes em algumas áreas estratégicas.

           Os temas em debate são: o Estado brasileiro e seu sistema representativo; as políticas econô- mica, industrial, tributária, agrária e de distribuição de renda; a política externa; os desafios e propostas para as áreas de educação, saúde, meio ambiente, energia e comunicação; os poderes públicos na sua relação com as manifestações culturais, com os movimentos sociais e com pro- cessos de participação política.

           Os enfoques do Brasil que queremos equilibram-se entre perspectivas analíticas e propositivas. Os autores são muito engajados em suas áreas de atuação profissional, tanto no âmbito da refle- xão e da produção de conhecimento quanto na experiência de atuação em gestão pública, muitos deles na esfera executiva. E é este o elemento que torna singular este livro: ao lado das análises, têm-se sugestões concretas para que o país volte a crescer. E que a democracia conquistada pela sociedade nas últimas décadas, tão árdua e paulatinamente, não seja golpeada.

           O Brasil que queremos, enfim, é um livro destinado a amplos setores da sociedade (organizações sociais e culturais diversas, instituições científicas e políticas) e a todos aqueles que lutam pela utopia de um Brasil com justiça social e de superação das profundas desigualdades que ainda dizimam direitos elementares de um grande contingente da população brasileira.

Latinoamericana - Enciclopédia Contemporânea da

América Latina e do Caribe



A Latinoamericana: enciclopédia contemporânea da América Latina e do Caribe é uma obra pioneira, plural e tematicamente variada. Um instrumento fundamental de difusão e conhecimento de um espaço geográfico, social e cultural de dimensão muito maior do que a submissão com a qual foi historicamente identificado.


 

Cadernos do GEA

(Grupo Estratégico de Análise da Educação Superior)

 

 


​O grupo GEA desenvolve propostas e linhas de ação para o fortalecimento do processo de reforma democrática do ensino superior brasileiro. Editado por pesquisadores, gestores e profissionais de diferentes regiões do país com experiência em políticas de educação superior, os "Cadernos do GEA" buscam contribuir para o debate público sobre ensino superior no Brasil.
Acesse os cadernos do GEA clicando aqui.

Coleção Estudos Afirmativos

 

 

 

 

Publicação do grupo GEA, os livros que compõem esta coleção trazem relatos de ações adotadas por instituições importantes no cenário educacional brasileiro no campo das ações afirmativas.

Acesse as publicações clicando aqui.


Publicações antigas

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