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Debate de lançamento do Cadernos do GEA 11 acontece no dia 20 de outubro de 2020, às 19h e será transmitido ao vivo em nosso canal do YouTube.

Os Cadernos do GEA, desde sua primeira edição em 2012, abrem debates sobre a democratização do ensino superior e políticas públicas de ações afirmativas, divulgando estudos e informações com vistas à garantia dos direitos de acesso e permanência dos estudantes nas Universidades e Institutos Federais. A sua 11° edição, intitulada Ações Afirmativas na UERJ: caminhos para a avaliação da política, traz como principal temática a promoção de ações afirmativas no ensino superior com foco em experiências concretas de universidades públicas.

Com textos inéditos, como o de Gaudêncio Frigotto, que traz importantes reflexões no artigo “Cotas para alunos oriundos da rede pública de ensino público e para pretos e pardos”, e “Universidade e gênero: como estão sendo entendidas e tratadas estas questões no ensino superior brasileiro”, de Carolina Castro Silva, essa edição traz diferentes abordagens sobre mesmo tema. Essa publicação traz também um artigo escrito pelo pesquisador Luciano Cerqueira, que faz uma avaliação dos 4 anos do GEA-ES (Grupo Estratégico de Análise de Educação Superior), e um balanço do trabalho desenvolvido pelo projeto até o momento.

Além dos artigos inéditos, a edição apresenta também outros textos, reunindo os fundamentos das falas dos conferencistas que participaram do Seminário Ações Afirmativas na UERJ: caminhos para a avaliação da política, realizado em agosto de 2017, como “O que ‘aprendemos’ com a política de Ação Afirmativa? Alguns ‘achados’ da tese ‘Ex-alunos negros cotistas da UERJ: os desacreditados e o sucesso acadêmico”, de Daniela Frida Drelich Valentim, e “Perspectivas e dilemas das ações afirmativas no ensino superior público”, de Jairo Queiroz Pacheco. E foi a partir de sugestões elaboradas neste seminário que em 2018 foi aprovada uma nova lei que consagrou a renovação da política de reserva de vagas para as universidades fluminenses a partir de 2019.

 
Manifesto pela Unidade da Esquerda

 

 

UM OUTRO RIO DE JANEIRO É POSSIVEL

 

Pela unidade da esquerda

 

 

 

Nós, professores e pesquisadores do Laboratório de Políticas Públicas (LPP) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), manifestamos nossa preocupação sobre o momento que se encontra o Rio de Janeiro e a possibilidade de valer-nos da campanha municipal para multiplicarmos e juntarmos forças para a luta contra essa situação.

 

O Rio vive uma aguda crise de saúde pública, uma profunda recessão, uma terrível instabilidade política e uma crise social de proporções nunca vistas. A pandemia pegou o Rio com um sistema de saúde já debilitado por sucessivas políticas neoliberais que enfraqueceram o SUS e que causam danos terríveis à nossa população. Enfrentamos centenas de mortes diárias, diante de governos federal, estadual e municipal inertes à tragédia que se abate sobre nossa população.

 

A economia já se encontrava em recessão antes mesmo da pandemia da COVID-19 e agora está mergulhada no pior retrocesso econômico da nossa história. Fechamento de milhares de pequenas e médias empresas, desemprego de centenas de milhares de pessoas produzem um caos que demanda um imenso projeto de reconstrução econômico e social de nossa cidade.

 

A tudo isso se agregam casos de corrupção que têm marcado quase todos os governos, levando à instauração do processo de impeachment do governador e a revelação de que praticamente todas as grandes ações do estado estão afetadas pela corrupção, inclusive as compras e construções ligadas à luta contra a pandemia da COVID-19.

 

É preciso registrar que parte expressiva da população, mesmo durante a pandemia, expressa seu repúdio a essa situação. Nas favelas e comunidades do Rio as pessoas se organizam para denunciar a violência policial e proteger suas famílias do descaso governamental nesta tragédia sanitária.

     

É nessa situação que o Rio se depara com as eleições municipais. O evento pode ser um instrumento muito importante para recolher as reivindicações dos jovens das periferias, das mulheres, dos movimentos populares, coletivos de luta e LGBTQ para que eles deem a pauta para o debate na campanha eleitoral. Este pode ser um espaço de divulgação da situação real do Rio, dos problemas mais duros que afetam sua população e das reivindicações do seu povo.

 

No entanto, nos deparamos com o quadro da falta de unidade do campo da esquerda, que conta com vários pré-candidatos à prefeitura. Nos parece um quadro preocupante, que impediria a unificação de todos os setores que se mobilizaram nos últimos anos, e que necessitam de um governo que dialogue diretamente com as grandes camadas populares do Rio e que precisa de uma campanha eleitoral que expresse a real situação e das suas necessidades.

 

Quaisquer que sejam os argumentos, ainda mais na situação como a que vive o Rio e seu povo, o momento requer a grandeza e a responsabilidade de todos os partidos de esquerda para que possamos ter uma chapa unificada, que conte com um candidato ou candidata à prefeitura, um ou uma vice e uma importante lista de candidatos e candidatas a vereadores, que incluam jovens, mulheres e negros, prioritariamente. Só assim seria possível fazer uma grande e mobilizadora campanha com condições de disputar a prefeitura, para que possamos eleger, finalmente, um ou uma representante que o Rio e seu povo precisam.

 

Fazemos um apelo aos pré-candidatos e a seus partidos para que busquem uma forma de termos um candidato único do campo da esquerda. Junto aos setores progressistas estamos dispostos a apoiar essa iniciativa, que demonstrará amor ao Rio e sensibilidade para as urgentes necessidades de sua população.

 

 

Laboratório de Políticas Públicas da UERJ

 

Estado, território e políticas públicas

Coleção Trabalho, subjetividade e políticas públicas, v. 2

 

A coletânea de textos desta obra tem como autoria os participantes da Rede de Pesquisador@s em Políticas Públicas, Estado e Formação Humana (REDE PPPEFH), certificada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) enquanto grupo de estudos, pesquisas e difusão de conhecimentos nos campos que se entrecruzam com as produções que realizamos nas áreas das Ciências Sociais e Humanas. Portanto, trata-se de um livro que tem em si uma organicidade pelo engajamento dos seus autores na militância em uma área específica e comum a todos: a educação.
Os autores da Coleção Trabalho, Subjetividade e Políticas Públicas, membros da REDE PPPEFH, que concluíram os seus estudos no Programa de Pós-graduação em Políticas Públicas e Formação Humana da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPFH/UERJ) entre os anos de 2017 e 2018, apresentam o segundo volume: Estado, território e políticas públicas. Os capítulos aqui contidos foram desenvolvidos e aprimorados durante os estudos das disciplinas do referido programa de pós-graduação, que também nos inspirou para a escolha do nome desta obra. São exatamente seis textos que versam sobre o Estado, território, relações internacionais, acumulação capitalista, educação profissional e educação do campo.

 

E agora, Brasil?

Organização Emir Sader

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E agora, Brasil? Que país teremos depois das imensas transformações negativas que a guerra híbrida nos impôs? Qual o futuro da nossa democracia? Como ficarão os direitos do povo?

Analistas e protagonistas do Brasil contemporâneo expõem suas preocupações, visões e perspectivas neste livro, que pretende contribuir para aprofundar os debates e favorecer a reconstrução da hegemonia de esquerda no Brasil. Dessa disputa, dependerá o futuro do Brasil, da sua democracia e do seu povo.

Esse livro pretende incentivar o debate sobre as enormes transformações regressivas que o Brasil sofreu ao longo da maior e mais profunda crise de sua história. Balanços e propostas de vozes diferentes propõem análises da situação atual do país e dos seus futuros possíveis.

 

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LPP e Centro de Estudos Marxistas da Universidade de Pequim firmam acordo de parceria acadêmica

O LPP sediou nos dias 8 e 11 e novembro o seminário internacional 'China e os 70 anos de transformações no mundo'. O evento contou com a presença dos professores Yuwen Li, Bai Xueqiu e Fen Ziyi, todos pesquisadores do Centro Marxista da Universidade de Pequim.  Além do seminário foi firmado um acordo acadêmico que permitirá a publicação de livros e interncâmbio entre as instituições.

 

 

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